1. Não matarás. Os veículos são instrumentos a serviço da vida, da convivência e do progresso. Vamos proteger a vida e respeitar as leis do trânsito.
2. A estrada deve ser um meio de conexão entre as pessoas, não de morte. As estradas são construídas para aproximar as pessoas e favorecer a promoção humana. Vamos defender a vida com amor e colaboração, também no trânsito.
3. Cortesia, correção e prudência ajudarão você a superar os imprevistos. A sensibilidade nas relações humanas é o suporte para as grandes soluções da vida. No trânsito precisamos manter respeito e amor ao próximo.
4. Seja caridoso e ajude o próximo nas suas necessidades, especialmente as vítimas de acidentes. O amor e a justiça são princípios indispensáveis para manter a dignidade humana. Por isso, “não nos cansemos de fazer o bem” (GL6, 9).
5. Que o automóvel não seja para você expressão de poder e dominação, nem de pecado. O bom uso do veículo depende das boas intenções do motorista. O que se passa no coração se expressa nas relações.
6. Convença os jovens sem licença a não dirigir. O bom senso é o principio indispensável no discernimento sobre as condições de dirigir. È preciso obedecer às leis de trânsito e aceitar os próprios limites.
7. Ajude as famílias das vitimas de acidentes. A verdadeira solidariedade se confirma nas horas difíceis da vida. O que você gostaria que lhe fizessem procure fazer ao outro.
8. Reúna a vítima com o motorista agressor num momento oportuno para que possam passar pela libertadora experiência do perdão. Violência não se resolve com violência! Só o perdão liberta e promove a paz e a justiça.
9. Nas estradas, protegeis os mais vulneráveis. O cuidado pela vida, sobretudo a dos mais fracos, é a maior expressão de grandeza de um coração que sabe amar.
10. Sinta – se responsável pelo próximo. Somos mutuamente responsáveis pela vida e pela paz nas estradas. Seja solidário!
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